TENDÊNCIAS PARA ARMAZENAGEM
Graças ao poder cada vez maior da tecnologia da informação e às demandas dos clientes por estoques reduzidos, customização e custos mais baixos, os armazéns estão entrando numa era onde a ênfase estará cada vez mais na movimentação com sincronização, oposto à estocagem e velocidade, e, portanto, terão que encontrar meios inovadores para conduzir estas novas demandas.
A dimensão das caixas continuarão diminuindo à medida que as empresas se esforçam para atender apenas a quantidade de reposição necessária na prateleira do varejista, assim como a habilidade do fabricante em produzir.
O armazém do futuro cada vez mais se tornará a "tubulação" para unir as empresas na cadeia de abastecimento.
Vincular o armazém ao programa de produção é uma característica do armazém tradicional.
O programa de produção será dinâmico e baseado na demanda do mercado. A ligação entre o programa de produção e a demanda será em tempo real, e não fixa, como anteriormente.
Um armazém nunca se tornará obsoleto porque sempre existirá uma diferença entre os ritmos da demanda e produção.
Não importa quão flexível o ambiente de manufatura se torna, será um desafio inalcançável combinar exatamente a resposta com a demanda.
O foco do armazém passará da estocagem estática para o movimento dinâmico. Esta mudança significa que as empresas estarão preocupadas com as características do destino, em vez das características de estocagem, e os centros de distribuição tenderão a ser uma operação de cross-docking (Processo onde produtos de alto giro e/ou perecíveis não são estocados, apenas cruzam o armazém indo direto aos pontos de venda sem ficar armazenados) e não um acumulador de materiais.